Entenda o que é a Deep Web e saiba os riscos da navegação



Quando alguém quer navegar na internet, costuma recorrer a buscadores como o Google, Bing ou Ask.fm. Mas os dados que percorrem a rede mundial de computadores vão além do que é mostrado nessas ferramentas conhecidas como Crawlers (motores de busca). Muito do que não aparece nos resultados de busca, desde arquivos científicos, livros raros ou até mesmo novos vírus estão presente na “Deep Web” (Web Profunda).

No mundo online, existe um grande receio de que a Deep Web seja um espaço arriscado, com conteúdos ilegais e que atentam contra os direitos humanos. Para explicar como funciona esse “lado B” da web, o Portal EBCouviu ciberativistas e membros de associações que lutam pelo uso seguro da internet. Eles desmitificam o ambiente, mas não deixam de alertar para os usos indevidos que ocorrem nas profundezas da internet.

Mas o que é a Deep Web?

A internet é formada por computadores com conteúdos conectados entre si por meio de uma rede de cabos espalhados pelo mundo. Por essa rede, pode-se chegar a qualquer máquina desde que se conheça o endereço da outra máquina. Na web, esse endereço é um protocolo chamado TCP/IP. O IP dá um número único a um computador (ou roteador) como se fosse um CEP.

Mas, em vez de decorar números, optou-se pelo uso de servidores de nomes (servidores de DNS), máquinas que possuem uma lista com as correspondências entre o IP e um endereço nominal. Por exemplo, o site da Receita Federal está hospedado em uma máquina com o IP 161.148.25.177, mas quem quer encontrá-la não precisa digitar os números e sim o endereço www.receita.fazenda.gov.br, que aponta para o IP 161.148.25.177.

Assim, os buscadores web acessam esses servidores de nome e rastreiam (detalhadamente) todos os conteúdos com permissão para serem acessados. Em síntese, a Deep Web seria, então, tudo aquilo que está disponível em máquinas e que não estão identificadas com um DNS, nem pelos motores de busca. Ao mesmo tempo, é comum ouvir que o que pode ser acessado facilmente está na superficie da internet.

Rodrigo Troian, integrante da Associação Software Livre Brasil, desmente a ideia da Deep Web ser uma segunda rede. Troian explica que o conteúdo da Deep Web está ligado diretamente na Internet, mas que somente são acessados se a pessoa souber o endereço da máquina. “A Deep Web não é nada mais que um gueto. Para você entrar, tem que fazer parte, tem que ter características específicas”, compara.

Uma pesquisa de 2000 da empresa internacional BrightPlanet, especializada no assunto, apontou que 95% dos dados disponíveis nesse lado oculto da Web são páginas públicas, normalmente oriundas de órgãos públicos, universidades e empresas – que guardam na rede documentos públicos, artigos científicos etc.

Navegação anônima

Uma das formas mais comuns de se navegar em parte da Deep Web é a feita pelo navegador Tor, que dificulta a embaralha a identificação dos computadores ao acessarem determinado conteúdo. O site foi criado pela Marinha dos Estados Unidos em 1996 e é mantido, atualmente, por voluntários pelo mundo.

Rodrigo Troian explica que o Tor dificulta o rastreamento, pois utiliza várias máquinas que ficam no meio do caminho. “Se eu quero ir de A para B, eu passo primeiro de A para D, de D para Z, etc”. O ativista alerta, entretanto, que os dados e a identidade da máquina de quem acessa não são invioláveis. “As pessoas confundem muito o Tor com navegação anônima. Ele tem o objetivo de dificultar a identificação do IP de onde você está. Em tese seria anônima, mas a navegação não é criptografada e pode ser rastreada na volta”, destaca.

Os usos e riscos na Deep Web


Por não ser encontrada em buscadores, a Deep Web traz diferentes conteúdos como livros raros, artigos científicos e fóruns de discussões específicas. Mas também pode ter computadores com propagandas para venda ilegal de drogas, textos preconceituosos e crimes diversos.

“A Deep Web era um incógnita até o ano passado. Mas esse ano caiu na boca do povo com tutoriais, fóruns e reportagens sobre o tema”, conta Thiago Tavares, presidente da SaferNet Brasil, organização sem fins lucrativos que atua pelo uso seguro da internet.

A ONG realiza ações de conscientização e atendimento psicológico para combater a crimes de pedofilia e de ódio racial que acontecem na rede, o que se torna mais difícil de identificar quando não pode ser pesquisada. De acordo com Thiago Tavares, a SaferNet já recebeu denúncias e identificou links de crimes na Deep Web. A organização possui uma parceria com a Polícia Federal e 17 ministérios públicos, para quem encaminha todas as denúncias.

Contudo, Tavares ressalta que é preciso entender melhor a Deep Web. “Ela foi criada, inclusive, para a defesa dos direitos humanos. Mas, como qualquer ferramenta, pode ser usada para o bem ou para o mal”. Sobre os possíveis uso do espaço, ele aponta que ela é “usada também por jornalistas investigativos, militantes de direitos humanos, pessoas que precisam se comunicar sem o risco de serem monitoradas”, aponta.

Tavares cita, por exemplo,o caso do WikiLeaks, que divulgou vários conteúdos secretos do governo-americano e que começou na Deep Web. “Todo o ativistmo digital utiliza conexões seguras”.

Já Troian, integrante da Associação Software Livre, lembra o ditado “a diferença entre o remédio e o veneno é a dose” ao citar os riscos da Deep Web. Ele destaca que existem várias pessoas fazendo a manutenção de máquinas e alimentando o conteúdo para fins diversos e que tanto a Polícia Federal quanto o FBI ou outras polícias do mundo estão infiltradas “analisando o que está sendo publicado”.

Mesmo com as diferenças, o presidente da Safernet alerta que a Deep Web não é um lugar interessante para adolescentes e crianças. “A dica que dou é se o seu filho anda por lá, você precisa conversar com ele porque não tem nada de interessante pra ele”, coloca. Ele explica que muitas organizações criminosas perceberam que esse ambiente era um lugar de difícil investigação por causa do anonimato e criptografia.

Além disso, Tavares afirma que, independente de ser na superficie ou nas profundidades da internet, é importante avaliar bem o que se coloca na internet. “Tudo que se coloca na rede é para sempre e o que você coloca dificilmente pode ser retirado”, conclui.

A matéria completa, incluindo um infográfico sobre o tema, pode ser encontrado no post original, no Portal EBC.

Fonte e Créditos: aqui

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Revista LibreOffice Magazine nº 6 traz artigo sobre projeto Robótica Educacional


 
Leiam o artigo escrito pela Implementadora de Informática Aplicada à Educação Michelle Rezende, da Escola Municipal Paulo VI de Volta Redonda, sobre o Projeto Robótica Educacional que foi publicado na 6ª edição da Revista Eletrônica LibreOffice Magazine!!!

A revista foi produzida utilizando o LibreOffice Draw!

Parabéns pela iniciativa - Michelle Rezende

LibreOffice Brasil compartilhou originalmente:
Comunidade LibreOffice lança a 6a. edição da revista eletrônica LibreOffice Magazine. O tema de capa desta edição está dedicada ao Governo do Estado do Rio Grande do Sul que tomou a decisão de adotar o formato de arquivos ODF e a suíte de escritório LibreOffice. Parabéns a todos os envolvidos nesse projeto! 
 
 

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LibreOffice 4.1.1.2 disponível - instalação para Ubuntu e derivados via PPA


 
Está disponível a versão 4.1.1.2 do LibreOffice que melhora o suporte para Microsoft OOXML com a capacidade de importar e exportar filtros. O novo LibreOffice 4.1.x inclui a nova opção de integrar as fontes usadas no Writer, Calc e Impress, melhorando assim o compartilhamento de arquivos. Há uma nova barra lateral que fornece ao usuário várias ferramentas que facilitam o acesso a alguns recursos importantes, como a manipulação de fontes, cores, e você pode personalizá-lo, integrando suas ferramentas favoritas.

Para instalar no Ubuntu e derivados basta abrir um terminal (CTRL+ALT+T) e digitar os seguintes comandos:

PPA de terceiros... adicione por sua conta e risco!

$ sudo add-apt-repository ppa:libreoffice/libreoffice-4-1 + enter
$ sudo apt-get update
+ enter
$ sudo apt-get dist-upgrade
 + enter
 
 Ou faça o download neste link

Para exibir a barra lateral, clique em Ferramentas / Opções. Em seguida clique em LibreOffice / Avançado. No lado direito marque a caixa "Exibir barra lateral". Você precisará reiniciar a aplicação:

 
disponível para:
sob a licença: GNU Lesser General Public License (LGPL v3)
Fonte e Créditos: aqui

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Robótica X Aula de Ciências

Os alunos estão aprendendo conceitos de Robótica (circuito elétrico), no programa GCompris, durante as aulas de Informática Aplicada à Educação e usando esse aprendizado para desenvolver nas aulas de ciências projetos de sustentabilidade.





Fonte e Créditos: aqui

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Abelha Robô na E.M. Jiulio Caruso em Volta Redonda

Início da construção dos robozinhos que os alunos estão aprendendo no Laboratório de Informática Aplicada à Educação.












MATERIAIS UTILIZADOS PARA A ABELHA ROBÔ:

1 escova de unha
1 motor comum (que pode ser aproveitado de qualquer aparelho elétrico de baixa tensão, como por exemplo : brinquedos a pilha, toca-fitas, video-cassetes, DVDs)
1 caixa de pilhas com 2 pilhas ou 1 bateria 9v
Obs.: Se for utilizar a bateria; um conector clip para bateria 9v
1 chave ou interruptor (liga/desliga)
Retalhos de EVA
Pedaço de borracha velha
Cola quente
Fita adesiva
Ferro de solda

Este trabalho foi desenvolvido com um grupo de alunos do 9º ano (1º turno) no Laboratório de Informática da Escola Municipal Jiulio Caruso em Volta Redonda, sob a orientação da Implementadora de Informática Aplicada à Educação Madalena.

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Alunos da Escola Municipal Paulo VI visitam redação do DIÁRIO DO VALE


Andressa Paganini
andressa.paganini@diariodovale.com.br
Volta Redonda

Alunos de duas turmas do 4º ano da Escola Municipal Paulo VI, localizada no bairro Açude, visitaram a redação do DIÁRIO DO VALE na tarde de hoje (27). Os cerca de 60 estudantes - acompanhados das professoras - aprenderam como são estruturadas e apuradas as reportagens, além do restante do processo até a impressão do jornal. 

Durante o bate-papo, os alunos mostraram interesse pelo jornalismo e muitos disseram que pensam na profissão para o futuro. A visita faz parte de um projeto coordenado pela professora de informática Michelle Resende, que consiste na produção de um jornal interno produzido pelos próprios alunos. 

- Estamos ensinando os alunos a trabalhar com um programa de edição de texto e tivemos a ideia de fazer algo diferenciado e não apenas ensiná-los a mexer no programa. Daí surgiu a intenção de produzirmos um jornal da escola - explicou a professora.

Ainda de acordo com ela, o jornal - nomeado pelos próprios estudantes com o nome do colégio - terá pautas voltadas para a comunidade, buscando uma inserção do colégio com o bairro.

- Os alunos serão divididos em equipes, e eles vão buscar assuntos e escrever matérias sobre temas relacionados à comunidade em locais comuns do bairro como ginásio e posto de saúde, entre outros - explicou.

Os estudantes se mostraram entusiasmados com o projeto. Cíntia Raquel Rodrigues, de nove anos, disse que quer escrever sobre o colégio.

- Eu quero escrever e falar sobre o colégio. Gostei muito da visita e aprendi bastante. É muito legal - disse.

Durante a visitação, os estudantes também conheceram um pouco sobre o Caderno Diarinho, parte do jornal direcionada ao público infanto-juvenil, e assistiram a uma vídeo aula sobre a produção do caderno e de desenhos. O vídeo atraiu a atenção dos estudantes, que aplaudiram ao fim da reprodução. Eles ainda participaram de um bate-papo sobre ciência com o jornalista, colunista e escritor Jorge Calife.

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App Grid: Uma nova Central de Programas para Ubuntu

Se você busca uma Central de Programas mais leve para o seu Ubuntu o App Grider parece sera a aplicação ideal, com os mesmos recursos da Central de Programas tradicional mas com uma aparência "mais aberta".



Instalação do AppGrid no Ubuntu 13.04

O AppGrid funciona apenas no Ubuntu 13.04 e derivados do mesmo, você pode instalar o programa usando o PPA abaixo, abra o terminal, digite ou copie e cole os seguintes comandos:

$ sudo add-apt-repository ppa:appgrid/stable + enter 
$sudo apt-get update + enter  
$sudo apt-get install appgrid + enter 

Fonte e Créditos: aqui

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Ministério da Justiça lança concurso de aplicativos código livre sobre transito nas rodovias federais


O Ministério da Justiça lança nesta segunda-feira (26) edital de concurso para desenvolvimento de aplicativos para computadores, tablets e celulares, a partir de base de dados dos boletins de acidentes de trânsito da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O objetivo é a criação de ferramentas de visualização e acesso a dados de interesse público que possam, entre outras funcionalidades, gerar estatísticas sobre os horários em que ocorrem mais fatalidades, localizar no mapa os trechos mais perigosos de cada rodovia ou traçar um perfil dos acidentes nas estradas.

Os boletins de ocorrências de trânsito nas rodovias federais contêm informações detalhadas desde 2007 sobre cada acidente registrado pela PRF. São mais de um milhão de registros com dezenas de informações, como características dos veículos envolvidos, causa identificada do acidente, quantidade de pessoas envolvidas e descrição completa do ocorrido. Também será publicada a base de dados de autuações de trânsito.

A diretora-geral da PRF, Maria Alice Nascimento Souza, defende a máxima transparência das informações disponibilizadas, mesmo as sobre autuações. “Esses elementos ajudarão a compreender melhor a realidade das BRs, que é muito diferente do trânsito urbano”, explicou, ao comentar que não teme o uso das informações para a identificação de radares de velocidade, facilitando que motoristas burlem a fiscalização. “Divulgamos os locais de autuação e ao mesmo tempo os trechos com mais incidência de acidentes com vítimas, exatamente para que a sociedade ajude a priorizar as ferramentas que permitam preservar a vida”, acrescenta.

A base de dados permite inúmeras interpretações e a criatividade dos desenvolvedores será considerada na avaliação dos aplicativos. O Ministério da Justiça também realizou consulta com a sociedade civil, organizações públicas e privadas sobre as principais demandas da área e o que elas esperam dos aplicativos. A capacidade dos candidatos de atender a essas necessidades será fundamental para a escolha dos aplicativos vencedores.

O concurso demonstra o esforço promovido pelo Ministério da Justiça para divulgar suas bases de dados em “formato aberto”. Dados abertos consistem na publicação e disseminação de dados e informações públicas na Internet, de forma que possam ser reutilizados por toda a sociedade. A tendência é que, cada vez mais, o governo utilize esse formato de disponibilização de dados, a fim de facilitar o uso dessas informações pelo cidadão, incluindo os desenvolvedores de aplicativos.

Pode se inscrever qualquer pessoa interessada, individualmente ou com um grupo de até 4 pessoas. As inscrições vão do dia 30 de agosto até o dia 12 de setembro e o prazo para a entrega dos aplicativos se encerra no dia 18 de outubro.

Serão premiadas três equipes, com a publicação de seus aplicativos no Portal Brasileiro de Dados Abertos e noPortal do Ministério da Justiça; ainda receberão camisetas W3C Brasil e Certificado assinado pelo Ministro da Justiça. Os membros da equipe que se classificar em 1º lugar vão receber um dispositivo cada um. A cerimônia de premiação está prevista para os dias 21 e 22 de novembro, durante o 2º Encontro Nacional de Dados Abertos, a ser realizado em Brasília/DF.

A iniciativa é fruto de uma parceria entre Ministério da Justiça, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Controladoria-Geral da União e Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br), representado pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.Br), por meio do Escritório Brasileiro do W3C Brasil.


Fonte e Créditos: aqui

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Projeto é inovador e foi iniciado com crianças do 6º ao 9º ano

Com a ferramenta, alunos podem criar jogos e programas (Foto: Reprodução)


Ensinar programação de computadores a crianças pode parecer uma ideia distante, mas em Nova Friburgo, Região Serrana do Rio, o projeto começa a sair do papel. Através de uma proposta do professor e programador José Loyola Bechara, alunos da rede municipal de ensino começam a ampliar seus conhecimentos dentro da informática. O projeto foi debatido recentemente com a equipe do Núcleo Tecnológico Municipal (NTM) da secretaria de Educação do município, que já começou a implantação em 20 unidades escolares.

O principal objetivo do ensino da programação nas escolas é melhorar o aprendizado em outras disciplinas, como a matemática, já que utiliza a lógica. Crianças do ensino fundamental, a partir dos 8 anos de idade, já começaram a ter contato com o projeto intitulado “Programção na escola: um passo além da inclusão digital”. A iniciativa é inovadora e, de acordo com José Loyola Bechara, não se tem notícia de escolas na região que tenham esse tipo de disciplina na grade curricular.

As aulas acontecem com o software Scratch, desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). “Ouvi falar sobre essa ferramenta há alguns anos e vi que realmente era totalmente possível fazer com que uma criança pudesse iniciar seu aprendizado de programar”, contou José Loyola, lembrando que os seu filhos aprenderam com facilidade a programação.

O Scratch é um ambiente gráfico onde cada elemento da lógica de programação é um bloco colorido, que se encaixam como em um brinquedo Lego. Para programar, basta clicar no bloco desejado e arrastar para um quadro onde são empilhados, formando a sequência de instruções que o computador executará. Com essa linguagem, é possível criar histórias animadas, jogos e outros programas interativos.

Crianças poderão explorar outras ferramentas no computador (Foto: Rede Globo)

“Com relação à programação para crianças, visei o aumento da quantidade de profissionais. Porém, não é essa a única intenção do projeto. Mesmo que uma criança não venha a se tornar uma profissional de TI, os exercícios de lógica melhoram muito o aprendizado de outras disciplinas”, frisou José. Para ele, a inclusão digital já é algo conquistado, com a grande quantidade de lan houses e centros de inclusão digital.

Segundo Alessandra Jaccoud, coordenadora do NTM, por enquanto apenas as crianças do 6º ao 9º anos estão inseridas no projeto, mas o objetivo é implantar a ideia nas série iniciais. As aulas são ministradas por orientadores tecnológicos, professores que se capacitaram em informática educativa. “Nós estamos com esse projeto que sempre estará interagindo com o conteúdo pedagógico”, explicou Alessandra.

Montagem e manutenção de computadores

Para José Loyola Bechara, o próximo passo no ensino da Tecnologia da Informação (TI) seria o ensino do curso de “Montagem e manutenção de computadores”, que pode ser iniciado a partir dos 12 anos. “Montar computador hoje em dia se resume a encaixar as peças. Teria que ser ensinado alguns conceitos de funcionamento, como compatibilidade entre placas, e isso é algo totalmente possível de ensinar nessa idade”, lembrou.

As vantagens, segundo ele, seria a desmistificação do hardware, além de ensinar os cuidados que se deve ter com energia elétrica. Também seria ensinado instalação dos sistemas operacionais em computadores. “Com isso, um adolescente chegaria aos 16 anos totalmente capaz de trabalhar com o serviço de manutenção em computadores”, destacou.

Fonte e Crédito: aqui

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USBTransfer - criar pendrives inicializáveis com GNU/Linux ou Windows a partir de ISO/CD/DVD


USBTransfer é um software de código aberto dedicado a instalar seu sistema operacional na memória USB a partir de um arquivo de imagem ISO / IMG ou a partir de um CD ou DVD. O programa fornece suporte para qualquer distribuição GNU/Linux, incluindo Arch Linux e seus derivados. Entre outras características está a capacidade de formatar um pendrive USB, SD card, etc, em FAT32. Inclui suporte para MS Windows XP, 7 e 8.

OBTENDO E INSTALANDO O USBTRANSFER

0 - faça o download do programa neste link;
1 - abra seu navegador de arquivos e navegue até à pasta do download;
2 - Clique com o botão direito do rato sobre o arquivo baixado. No menu que aparece clique em "Abrir com a Central de Programas do Ubuntu". Aguarde...;
3 - Quando a Central de Programas estiver completamente carregada, clique no botão "Instalar". Aguarde...;
4 - Quando a instalação terminar, feche a Central de Programas.


EXECUTANDO O USBTRANSFER

Na primeira inicialização, escolha seu idioma:


disponível para:
página do projeto: code.google.com/p/usbaktarici

Fonte e Créditos: aqui

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Atualização dos laboratórios com iTALC configurado

As escolas que estão sendo atualizadas em agosto estão recebendo a ferramenta ITALC configurada. É mais um apoio as aulas no laboratório e facilidade de interação entre professor e alunos.


Laboratório NTMVR com 2 computadores ligados
O que é iTALC?


iTALC é uma ferramenta didática para os professores. Ele permite visualizar e controlar outros computadores em sua rede de várias maneiras.

iTALC possui o código-fonte disponível gratuitamente e você está livre para mudar o software para atender às suas necessidades, desde que você respeite os termos de licença do iTALC (GPL).

Características


iTALC foi projetado para uso na escola. Por isso, oferece uma série de possibilidades para os professores,tais como:


  • ver o que está acontecendo nos computadores do laboratórios, usando o modo de visão geral e fazer snapshots computadores de controle remoto para apoiar e ajudar outras pessoas;
  • mostrar uma demo (ou em tela cheia ou em uma janela) - a tela do professor é mostrado em todos os computadores dos alunos em tempo real;
  • bloquear estações de trabalho para mover-se atenção para professor;
  • enviar mensagens de texto para os alunos
  • ligar / desligar e reiniciar computadores por controle remoto
  • logon e logoff remoto e execução remota de comandos / scripts arbitrários;
  • educação em casa - rede de tecnologia da iTALC não está restrito a uma sub-rede e, portanto, alunos em casa pode se juntar aulas via VPN-conexões apenas através da instalação de cliente iTALC

Além disso iTALC é otimizado para uso em sistemas multi-core (fazendo uso pesado de threads). Não importa quantos núcleos que você tem, iTALC pode fazer uso de todos eles. 

Para conhecer como instalar no Linux Educacional assista ao vídeo criado por Sergio Graças do NTMVR!

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GeoGebra 4 para Google Chrome

Há algum tempinho não pesquisava aplicativos na Chrome Web Store (loja oficial de aplicativos para o navegador Chrome da Google). Para minha surpresa encontrei a versão do Geogebra para o navegador, lançado oficialmente no mês passado. E minha surpresa não parou por ai. Além das funcionalidades comuns do GeoGebra Chrome App, um diferencial é a integração com o Google Drive (disponível também para Linux). 
Com o app é possível abrir/editar os arquivos de extensão .ggb (que estão hospedados na sua conta do Google Drive) graças a colaboração com o Google.


O que é o GeoGebra? Onde encontrar? Leia o artigo GeoGebra no Ubuntu, onde poderá baixar e instalar o GeoGebra, disponível para diversos sistemas operacionais, em seu computador.
Características do app

Integração online de gráficos e cálculo algébricos usando o Google Drive.
Interface fácil de usar, com as características mais comuns nas versões do software padrão.

Inserir imagem a partir de uma web cam.
Disponível em vários idiomas.
Software livre e open source.

Download/instalação

Visite a Chrome Web Store clicando na imagem abaixo para instalar o app no seu navegador. Após a instalação, execute o GeoGebra Chrome App que aparecerá juntos com os demais aplicativos.


Versão: 4.1.75.3
Atualizado em: 22 de Junho de 2012
Idioma: Inglês (EUA)

Após dar execução ao app, você terá que dar permissão ao Google para integrá-lo a sua conta do Google Drive. Clique no botão Permitir acesso.


Uma nova janela mostrará uma mensagem informando a autorização efetuada com sucesso. Marque a opção Tornar o GeoGebra o aplicativo padrão para arquivos que podem ser abertos por ele e clique em OK.

Recomendo que crie uma pasta na sua conta do Google Drive para melhor organizar seus objetos construídos com o GeoGebra.

Abaixo a tela do aplicativo sendo executada. Não há muita diferença da versão Java do aplicativo. 


É claro que não se pode esperar por todas as funcionalidades que o software padrão em Java oferece, no entanto é uma excelente alternativa para acessar os objetos construídos em qualquer lugar que esteja. Esse é o diferencial, ter o aplicativo na nuvem e ainda poder abrir e editar arquivos facilmente.

[Artigo original escrito por Edigley Alexandre | Twitter: @prof_edigley | Não copie este artigo integralmente!]: http://www.prof-edigleyalexandre.com/2012/07/geogebra-4-para-google-chrome.html#ixzz2cUzOjVT

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Browser Bundle 2.3.25-12 disponível


Já está disponível para download a versão 2.3.25-12 do navegador Tor. TOR é um pacote independente, disponível para várias plataformas, que usa a rede Tor para proteger sua privacidade escondendo seus rastros online, tais como não deixar sites que você visita conhecer a sua localização física, bem como permitir que os usuários visitem sites bloqueados. Não há necessidade de instalação, basta baixar, descompactar e executar o TOR, sem erro.

DESCOBRINDO A ARQUITETURA DO SISTEMA

Para descobrir a arquitetura do seu sistema, abra um terminal e corra o seguinte comando:

$ file /bin/bash | cut -d' ' -f3 + enter

OBTENDO O TOR BROWSER BUNDLE 2.3.25-12

0 - faça o download do programa neste link de acordo com a arquitetura do seu sistema (32 ou 64 bits);
1 - abra seu navegador de arquivos e navegue até à pasta do download;
2 - descompacte o arquivo baixado;
3 - acesse a pasta descompactada e dê permissão de execução ao arquivo "start-tor-browser":


4 - Não há necessidade de instalação. Para iniciar o TOR basta fazer clique duplo sobre o "start-tor-browser". Você verá o painel do Vidalia:


Ou abra um terminal, navegue até a basta do TOR descompactada e execute o script:
./start-tor-browser

Aguarde e você verá a janela do TOR com seu "novo IP":


O ícone do programa fica disponível na bandeja do sistema:


Se preferir... você pode tentar o tutorial com PPA do upubuntu. Seguindo o tutorial do upubuntu: a instalação foi tranquila, porém não navega/conecta com a rede TOR.

disponível para: + smartphones
sob a licença: Creative Commons 3.0
página do projeto: torproject.org

Fonte e Créditos: aqui

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Aplicativo Andróid - As novidades do Projeto VRlivre e do Técnico Linux na Palma das Mãos


Espaço dos Implementadores

Aplicativo pretende criar links para facilitar o acesso:
Canal de vídeos do Projeto VRlivre no youtube 
Novidades do Blogs dos Implementadores
Twitter do desenvolvedor @sergiogracas
Novidades do Blogs do tecnicolinux
Dentre diversas outras coisas


Se você tem um celular com Android e um leitor de Códigos QR, basta apontar para a imagem abaixo, para instalar o aplicativo que tem apenas 200kb



Se o seu celular não roda Android, mas tem JAVA, tudo bem digite este endereço no navegador do seu celular e proceda com a instalação do aplicativo.


ou
http://app.vc/espaco_dos_implementadores

Para testar o aplicativo antes de instalar ou até mesmo ver como ele vai ficar depois que for instalado no celular, clique na figura abaixo e você será levado ao site de download onde poderá usar o simulador e fazer seus testes.



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TrueCrypt - criptografe discos e pastas


TrueCrypt é um aplicativo que pode criar um disco virtual criptografado dentro de um arquivo e montá-lo como um disco real. Ele também pode criptografar uma partição do disco rígido ou dispositivo de armazenamento, como uma unidade flash USB. Além disso, o TrueCrypt suporta negação plausível. Mantenha seus dados seguros longe dos olhos curiosos.

Para instalar no Ubuntu basta abrir um terminal (CTRL+ALT+T) e correr os seguintes comandos:

PPA de terceiros... adicione por sua conta e risco!

$ sudo add-apt-repository ppa:stefansundin/truecrypt + enter
$ sudo apt-get update + enter
$ sudo apt-get install truecrypt + enter

Ou faça o download neste link.

Processo de criação de pasta criptografada:



Pasta sendo criptografada:



O ícone do programa fica disponível na bandeja do sistema:


disponível para:
sob a licença: Truecrypt License
página do projeto: truecrypt.org

Fonte e Créditos: aqui

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