MDM agora tem suporte a temas HTML5


O gerenciador de login MDM agora suporta temas HTML5, o que 
permite aos artistas gráficos criarem belos temas com animações.

No Linux Mint, o MDM é o gerenciador de login padrão, sendo, portanto, o software responsável pelo gerenciamento da tela de login. Além disso, ele coordena a autenticação e o carregamento das sessões do desktop. 

O MDM apresenta três telas de login diferentes, também conhecidos como "greeters".

A versão GTK do greeter é uma tela de login simples, semelhante a imagem abaixo:

"GTK greeter"

O chamado "GDM greeter" é um modelo diferente de tela de login compatível com temas XML, os quais também são conhecidos como "GDM themes" (temas GDM). Se você é um usuário do Linux Mint, muito provavelmente este é modelo que você está utilizando agora. Esta versão pode ter uma aparência bastante diferente, dependendo de qual tema você estiver usando. 

Abaixo está um exemplo do GDM greeter rodando o tema Arc-Brave-Userlist:

"GDM greeter". Bonito e bastante customizável

Já o chamado "HTML greeter" é uma nova tela de login que usa webkit e é compatível com temas escritos em HTML. Aqui está um exemplo de um tema criado pela equipe de desenvolvimento:

"HTML greeter". Belo, interativo e fácil de customizar

Este exemplo pode não ser tão exuberante e espetacular, mas é necessário se ter em mente que ele foi projetado pelos desenvolvedores do MDM/Mint, não por artistas profissionais da web. Este tema, em particular, foi feito utilizando-se HTML, CSS, Javascript, Bootstrap e JQuery.

Mesmo sendo apenas um screenshot, dá para se perceber a transparência usada na caixa de diálogo de login. Além disso, podemos ver como a imagem do usuário inclina-se quando colocamos o mouse sobre ela.

Algumas das possibilidades oferecidas pelas tecnologias da Web

Utilizando tecnologias da web no Linux Mint, nós não só podemos criar belos temas mas também podemos criar modelos bastante dinâmicos, além de termos a nossa disposição um dos recursos mais abundantes da atualidade: o conteúdo disponível na web.

Aqui estão alguns exemplos do que pode ser feito utilizando-se essas tecnologias:

Um game completo: http://www.cuttherope.ie/
Um outro game: http://canvasrider.com/

Através dessas tecnologias os temas MDM HTML podem definir a maneira como a tela de login se apresenta, a forma como a navegação funciona, como a interação com o usuário ocorre, as condições para se permitir o log in, etc...

Sua tela de login HTML pode fazer o usuário saltar, jogar um minigame e até mesmo
terminar um nível antes que ele possa entrar, mas por favor, não faça isso! :D

Nem é preciso dizer que incluir conteúdos em Flash ou Java na tela de login, pedir ao usuário para esperar algo carregar ou para jogar um minigame, tudo isso pode ser bastante frustrante. Mas essas tecnologias podem ser utilizadas para implementar efeitos sutis, bastante apreciados pelos usuários, sem grandes esforços do artista. 

Temos como exemplos:

Dar ao tema um fundo animado através de um gif animado ou rodando um vídeo HTML5 em segundo plano;
Fazer flocos de neve cair em cima da caixa de diálogo de login;
Colocar sessões e linguagens em widgets laterais que se expande quando o usuário passa o mouse sobre eles;
Usar um carrossel javascript para seleção de usuário, etc... .

Um bom exemplo disso é o chamado unity-greeter, o greeter LightDM implementado pelo Ubuntu:

O unity-Greeter é uma mistura de efeitos sutis e animações, 
sendo fácil de implementar como um tema HTML

Embora este greeter não seja configurável, o resultado final é um bom exemplo de como animações e efeitos podem ser usados ​​para melhorar a experiência do usuário. Usando tecnologias web, pode-se facilmente criar um um tema com a aparência de um modelo unity-greeter.


Para maiores informações sobre esta novidade, agora presente no gerenciador de login MDM, acesse este link.

Fonte e Créditos: aqui

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MultiSave - salve seu documento em 3 formatos simultaneamente no LibreOffice


MultiSave é uma extensão para o LibreOffice que nos permite salvar um documento em três formatos simultaneamente. Esta funcionalidade pode ser extremamente útil, por exemplo, em repartições públicas que trabalham com as duas suítes de escritório onde a disponibilização do arquivo em PDF e/ou DOC se faz necessária para outras estações de trabalho que não possuem o LibreOffice instalado.

PARA ADICIONAR A EXTENSÃO AO LIBREOFFICE

0 - baixe a extensão a partir desta página;
1 - abra qualquer aplicativo da suite;
1 - clique no menu Ferramentas/Gerenciador de extensão...:


2 - no diálogo "Gerenciador de extensão" clique no botão [Adicionar]:


3 - navegue até à pasta onde está arquivo da extensão. Faça clique-duplo sobre ele:
4 - no diálogo que aparece você verá a mensagem: "Para quem deseja instalar a extensão?". Clique no botão [Para todos os usuários];
5 - clique no botão [Fechar]:


6 - reinicie o LibreOffice.


UTILIZANDO A EXTENSÃO

Um novo botão é adicionado à barra de ferramentas padrão. Para salvar seu documento em outros formatos basta clicar sobre a opção "MultiSave":


E escolher em quais formatos deseja salvar:


Fonte e Créditos: aqui

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Lançado Django 1.5 com suporte a Python 3.0


Os desenvolvedores do framework Django lançaram a sua primeira versão para suportar Python 3. Django, em sua versão 1.5, também introduz um novo modelo de usuário que permite aos desenvolvedores adaptar o formato de credenciais de usuário para sua aplicação em particular.

O suporte ao Python 3 é um recurso no qual a equipe de desenvolvimento do Django tem vindo a trabalhar há muito tempo e, como esperado, é atualmente classificada como experimental.

O próximo lançamento, o Django 1.6, está previsto a suportar o Python 3 sem que haja nenhuma restrição. No entanto, a equipe ressalta que com esta versão, os desenvolvedores podem começar a portar suas aplicações para Python 3, de modo que eles estejam prontos para migrar para ele em produção, quando o Django 1.6 chegar. Mudanças necessárias para aplicações Django por causa da mudança de versões de Python irão variar de aplicação para aplicação. Os usuários interessados ​​podem encontrar um guia para portar seu software para Python 3 na documentação do Django.

Como informa a equipe de desenvolvedores do Django, o suporte a Python 3 ainda está preparado para aplicações de produção, na maioria dos casos. Partes de Django que atualmente não trabalham com Python 3 por causa de software de terceiros que não tenham sido portados ainda incluem o ImageField e o backend do servidor MySQL. Como as notas de lançamento informam: “Neste ponto, muito poucos aplicativos de terceiros foram portados para o Python 3, por isso é improvável que um aplicativo do mundo real terá todas as suas dependências satisfeitas com o Python 3.”

O Django 1.5 pode ser baixado através do site do projeto e o código fonte do framework está disponível no GitHub. Ele também pode ser instalado com o gerenciador de pacotes pip. Django é licenciado sob a licença BSD.

Fonte e Créditos: aqui

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SDDM (Simple QML Based Display Manager) - melhorias e suporte para KDE 4.10


SDDM (Display Manager Simples QML Based) é um novo projeto open source desenvolvido para fornecer um gerenciador de exibição com base em QML capaz de oferecer leveza e personalização excelente. Relatada por alguns usuários e desenvolvedores, o futuro líder do bom e velho KDM, o novo projeto SDDM, já trouxe vários novos recursos, incluindo suporte para o novo KDE 4.10.

Extremamente personalizável, SDDM pode ser configurado a partir do arquivo alternative.conf, o qual será possível alterar a posição do fundo de gestão de conta, novos temas, entre outras possibilidades.

SDDM Display Manager Simples QML Based requer pouquíssimas dependências (PAM, Xlib e Qt) e, especialmente, não necessita de qualquer biblioteca do KDE , portanto, permitindo que ele seja instalado em qualquer ambiente de trabalho, incluindo o LXDE, Xfce, Razor-Qt, Mate, Gnome etc.

SDDM desenvolvedores lançaram o primeiro vídeo que descreve os gráficos da interface e funcionalidades do novo projeto:


Fonte e Créditos: aqui

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Ilustração Digital com Inkscape [link corrigido]


Três vídeos-aulas (quase 1 hora de vídeo, no total) de Inkscape para iniciantes.

Faça o download:

Fonte e Créditos: aqui

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Lançado Minix 3.2.1


Thomas Veerman, anunciou o lançamento do MINIX 3.2.1, uma versão atualizada do sistema operacional UNIX-like baseado em uma arquitetura microkernel. O MINIX 3.2.1 apresenta um sistema de expansão em áreas como utilitários userland, bibliotecas, sistema de projeção, além de drivers e melhorias implementadas no kernel, melhorias de desempenho diferentes, e mais uma lista detalhada que inclui suporte para arquivos executáveis ​​ligados dinamicamente, construção de versões compartilhadas de bibliotecas base do sistema, remoção do uso de segmentos Intel, fazendo com que haja um aumento na performance.

O MINIX é uma distribuição do tipo Unix, de origem holandesa, baseado em uma arquitetura microkernel. É extremamente pequeno, com a parte que é executada no modo kernel distribuída em cerca de 5.000 linhas de código-fonte, enquanto os elementos que são executados em modo de usuário são divididos em pequenos módulos isolados, que melhoram a confiabilidade do sistema. Foi originalmente concebido como ferramenta educacional, porém as últimas versões do MINIX também estão sendo utilizadas em sistemas embarcados e laptops com baixo poder de processamento.

Apesar desta versão não dar suporte ao ARM, a equipe de desenvolvimento vem trabalhando arduamente para que em um futuro próximo tal suporte esteja disponível. Esta versão conta ainda com mapas de teclado em Português e Português do Brasil.

Para os interessados, entre em contato através do grupo: 

https://groups.google.com/forum/#!forum/minix3. Os desenvolvedores também convidam aos interessados em experimentar esta nova versão e tornar-se parte da nossa comunidade contribuindo! Veja http://www.minix3.org/ e http://wiki.minix3.org/ para mais informações.

O canal oficial do IRC é # minix na freenode. 
Para baixar 3.2.1, visite http://www.minix3.org/download.

A equipe de desenvolvimento informa ainda que o MINIX 3 está disponível gratuitamente sob uma licença do tipo BSD.

Com informações de MINIX.

Fonte e Créditos: aqui

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Copiando apenas algumas partes do texto, no Libre Office


O Libre Office tem um recurso muito útil para quem precisa copiar apenas algumas partes de um texto. Com esse recurso você não precisará copiar cada pedaço, colar e depois copiar outro. Aperte a tecla CTRL do seu teclado e a mantenha pressionada. Selecione todas as partes que você quer do texto.


Selecionando apenas as partes que você quer 

Como mostra a figura, há vazios entre as partes selecionadas, agora dê CTRL + C. Para copiar apenas a parte selecionada e vá onde você precisa colar e dê CTRL + V.


O resultado depois de colar o texto 

Serão unidas as partes que você selecionou (copiou e colou).

Creio que esse recurso funcione independente do Sistema Operacional

Dica e avisos:

• Ao selecionar o texto, selecione também um espaço " " antes ou depois de onde você quer selecionar o texto, para quando for unido os vários pedaços de texto, não falte espaço entre eles.

• Esse recurso não funciona (ainda) com o recurso nativo do Linux de copiar com o mouse selecionando e depois clicar na rodinha do meio para colar. Então use o CTRL+C e CTRL+V 

Isso é muito útil para quando precisamos fazer algum trabalho que pede um índice dos assuntos abordados 

Fonte e Créditos: aqui

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Cinnamon 1.7.1 - disponível nos repositórios do Arch Linux e Ubuntu


Desenvolvedores do Cinnamon acabaram de lançar a nova versão 1.7.1 e Cinnamon Muffin já integrando algumas características que vamos encontrar na versão 1.8 do Linux Mint 15 Olivia. Além de vários correções de bug, o novo Cinnamon 1.7.1 melhora o menu deixando-o mais rápido início da pesquisa e melhora o suporte com a versão em desenvolvimento do Gnome 3.8. Cinnamon 1.7.1 traz várias correções e melhorias na integração com o Gnome Control Center, fazendo assim um único centro de configurações do sistema.

PARA INSTALAR CINNAMON 1.7.1 NO ARCH LINUX

Para instalar Cinnamon 1.7.1 no Arch Linux, basta abrir um terminal e correr os seguintes comandos:

sudo pacman -Sy cinnamon + enter

PARA INSTALAR CINNAMON 1.7.1 NO UBUNTU

Para instalar Cinnamon 1.7.1 no Ubuntu, basta abrir um terminal (CTRL+ALT+T) e digitar os seguintes comandos:

PPA de terceiros... adicione por sua conta e risco!

$ sudo add-apt-repository ppa:gwendal-lebihan-dev/cinnamon-nightly + enter 
$ sudo apt-get update + enter
$ sudo apt-get install cinnamon + enter

É só encerrar a sessão e escolher Cinnamon ou Cinnamon 2D.

página do projeto: cinnamon.linuxmint.com
Fonte e Créditos: aqui

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Lançada edição n.42 da Revista Espírito Livre



E mais uma edição do fórum da Revista Espírito Livre acontece. Desta vez, a cidade escolhida (e muito bem escolhida por sinal) foi Colatina, a cidade do norte do Espírito Santo, conhecida como a “Princesinha do Norte”. Não podíamos ter escolhido melhor lugar para realizar esta terceira edição.

A cidade nos recebeu de braços abertos, assim como toda a equipe do IFES Campus Colatina. Liderada pelo Prof. Renan e Thiago Ladislau, da Empresa Junior Tech Inside, a equipe formada por professores, alunos e colaboradores do IFES, foram as peças chave para que o evento ocorresse como ocorreu: plenamente satisfatório e bastante animado, em todos os momentos. Palestrantes de várias partes desse Brasil estiveram presentes durante todo o dia. Os alunos que estão sempre em suas salas de aula, neste dia tiveram a chance de bater um papo, conversar e trocas experiências com excelentes profissionais, experts em suas respectivas áreas, uma oportunidade que não temos todos os dias.

Assim como nas duas primeiras edições, o dia foi repleto de palestras curtas e dos mais variados assuntos. Uma novidade desta vez foi a grade de minicursos que ocorreu simultaneamente, durante o evento. Isto deu uma dinâmica mais animada e os participantes podiam conferir na prática, o que era debatido no auditório principal.

Houve ainda outra inovação que esperamos implantar em novas edições do fórum. Tivemos a apresentação de trabalhos (que inclusive são apresentados aqui nesta edição especial) enviados para uma equipe que os avaliou para exposição durante o evento.

Realmente esta edição me surpreendeu. Aliás, espero ser surpreendido desta forma tantas outras vezes quanto possível.

Conto ainda com a possibilidade de termos uma nova edição na “Princesinha do Norte”.

Fonte e Créditos: aqui

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Gwibber já está trabalhar na versão móvel para Ubuntu OS para Phone e Tablet



A chegada das primeiras imagens para a nova plataforma de desenvolvimento e diretrizes dedicados ao telefone e tablet Ubuntu deram lugar ao desenvolvimento de novos projetos para tecnologia móvel. Entre os primeiros a iniciarem a desenvolver aplicações móveis para o novo sistema operacional da Canonical está o Gwibber, cliente para Twitter, Facebook, identi.ca que é o aplicativo padrão do Ubuntu para essa finalidade.

Ken VanDine, desenvolvedor líder do Gwibber confirmou na sua página do Google+. Gwibber no Ubuntu Mobile vai tentar trazer a experiência do usuário na versão desktop. Para mais informações consultar a página do VanDine no Google+.

É esperar para conferir!


Referências:



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Instalar driver NVIDIA 313.18 no Ubuntu e Linux Mint



O driver 313.18 da Nvidia foi lançado recentemente para sistema GNU/Linux que traz grandes melhorias. Foi adicionado suporte para GeForce 680MX e K20Xm Tesla, suporte para alterar o modo de precisão no NV-control e no nvidia-settings aumentando o desempenho das placas, dependências corrigidas e etc. Esta atualização já está disponível através do PPA dedicado.

INSTALAÇÃO VIA PPA

O driver já está disponível no PPA, portanto para instalar no Ubuntu basta abrir um terminal (CTRL+ALT+T) e digitar os seguintes comandos:


$ sudo add-apt-repository ppa:xorg-edgers/ppa  ENTER 
$ sudo apt-get update  ENTER 
$ sudo apt-get install nvidia-current nvidia-settings  ENTER 



Caso queira voltar para configuração de vídeo anterior, faça:


$ sudo apt-get install ppa-purge  ENTER 
$ sudo ppa-purge ppa:xorg-edgers/ppa  ENTER 

Fonte e Créditos: aqui


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A evolução dos computadores portáteis

Em 1981, Adam Osborne criou o primeiro computador portátil, ele possuía uma tela pouco maior que os celulares atuais e pesava aproximadamente 12 quilos. Trinta anos depois os computadores avançaram, ficaram mais modernos, compactos, bonitos, e claro, mais eficientes.

Conheça neste infográfico que o E-Glu do Pinguim preparou para você os principais exemplares que ficaram marcados na história dos computadores portáteis. O avanço da tecnologia trouxe smartphones (com poder de processamento maior que os computadores do passado), tablets, netbooks e o mais recente deles: o Ultrabook.

23-02-2013_infografico-ultrabooks
Fonte e Créditos: aqui

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O que você precisa saber sobre a prévia do Ubuntu para celulares


Postagem Original feita Por  em 22 de fevereiro de 2013

Ontem a tarde a Canonical liberou uma prévia do Ubuntu para celulares para desenvolvedores, deixando muita gente com água na boca e alguns desavisados desapontados. Além da prévia a empresa também liberou o código fonte, revelando algumas informações interessantes sobre o projeto.
Apesar de estar longe de ser um produto utilizável no dia a dia para muitos, a prévia da um gostinho do que está por vir em outubro, quando se espera que a imagem final será liberada ao público junto com o Ubuntu 13.10. Vale lembrar que esta é uma prévia para desenvolvedores apenas, e muita coisa não funciona.

Quais aparelhos podem rodar a prévia?

Galaxy Nexus rodando o Ubuntu para celulares
Galaxy Nexus rodando o Ubuntu para celulares
Com as imagens liberadas ontem e informações previamente disponíveis, sabemos que a prévia doUbuntu para celulares roda oficialmente nos seguintes aparelhos:
  • Galaxy Nexus
  • Nexus 4
  • Nexus 7
  • Nexus 10
Vale lembrar que quando falamos do Galaxy Nexus, que também é conhecido como Galaxy X aqui no Brasil, estamos falando do modelo GSM do aparelho. Se por algum motivo você tiver o modeloCDMA ou LTE, terá que recorrer a comunidade para poder utilizar a prévia com tudo o que ela oferece.
Galaxy SIII rodando o Ubuntu para celulares
Samsung Galaxy SIII é o primeiro aparelho a receber um port não oficial do Ubuntu para celulares
Hoje também recebemos a informação do primeiro port não oficial da prévia, feita pelo desenvolvedor Thunderstorm do fórum Rootzwiki. Ele compilou o código fonte para o Samsung Galaxy SIII e agora você já pode fazer a instalação nesse aparelho também. O método de instalação oficial não funciona para esse aparelho, então você terá que seguir o tutorial postado no Rootzwiki.

Instalando a prévia no Galaxy Nexus

A instalação é muito simples e rápida, dependendo da sua conexão, e com um simples comando no terminal você faz a instalação no aparelho. Abra o terminal com o atalho <Ctrl + Alt + T> e copie/cole o comando abaixo:
sudo add-apt-repository ppa:phablet-team/tools && sudo apt-get update && sudo apt-get install phablet-tools android-tools-adb android-tools-fastboot
Agora você tem as ferramentas necessárias para os procedimentos que vamos fazer. Continuando.

Desbloqueando o bootloader

Antes de fazer a instalação no aparelho, porém, é necessário desbloquear seu bootloader. Para isso desligue o seu Nexus e ligue-o novamente, mas apertando o botão de ligar e ambos os de volume. Seu aparelho deve ficar como na imagem abaixo:
Bootloader do Galaxy Nexus
Conecte-o ao seu computador e ainda no terminal, digite o comando abaixo:
fastboot oem unlock
Agora usando os botões de volume, confirme os termos no aparelho, e ligue o aparelho novamente. Pronto, seu bootloader está desbloqueado e seu aparelho está pronto para receber a prévia doUbuntu para celulares.

Instalando a prévia no aparelho

Antes de fazer a instalação no seu aparelho, tenha em mente que não há uma forma de fazerdual boot com o Android ainda. Lembre-se também que essa é uma prévia para desenvolvedores, não para o consumidor final, portanto pouca coisa funciona. Mas se você estiver desenvolvendo para o aparelho, a prévia é uma ótima forma de testar seus aplicativos.
Com o aparelho ligado, faca backup de tudo o que achar importante. Você irá perder todos os seus contatos, mensagens e afins, e como esta é apenas uma prévia para desenvolvedores, ainda não há uma forma de exportá-los. Com isso feito e com o Nexus ainda conectado via USB ao computador, digite o seguinte no terminal:
phablet-flash -b
Aguarde o processo terminar e curta sua prévia :)

O que achamos da prévia até agora?

Click to play
Um pouquinho da prévia para desenvolvedores do Ubuntu para celulares
É difícil falar de um produto que está em um estado tão inicial. Antes mesmo de ser considerado uma prévia para desenvolvedores, ele deve ser considerado uma versão pré-alpha, pois muita coisa não funciona ainda. Os aplicativos funcionais no momento são:
  • Galeria;
  • Câmera;
  • Telefone, com discador, SMS e lista de contatos;
  • Navegador, com muitos bugs;
  • Tocador de áudio e vídeo;
  • Bloco de notas.
Ligação para o Galaxy Nexus
Mesmo sendo uma prévia bastante limitada, é possível fazer e receber ligações
Também existem aplicativos que são apenas links para suas interfaces web, como o GMail, Twitter, Ubuntu One e Facebook. A conectividade do aparelho funciona apenas por Wifi, pois o 3G ainda não funciona, e há problemas no gerenciamento da memória. Após alguns minutos de uso, o aparelho começa a ficar lento, sendo necessário reiniciar o mesmo.
Todos esses são bugs reportados e que a Canonical está trabalhando para consertar. Lembre-se:este é um projeto que ainda está engatinhando. Apesar de tudo isso, é interessante notar como a performance é excelente para um projeto ainda tão novo.
Aplicativo de telefonia
Esse é o aplicativo de telefonia do Ubuntu para celulares
Algumas animações chegam a ser mais rápidas que as da versão Jelly Bean do Android, antes dos problemas de memória aparecerem e você ter que reiniciar o aparelho, claro. Mas o mais interessante é como ele se comporta bem, como é fácil e natural usar e navegar pelo sistema. Com mais alguns meses de desenvolvimento, creio que a Canonical nos entregará um excelente produto.

Algumas curiosidades que encontramos

  • O nome original do SO é Ubuntu Touch, mas no Brasil é chamado de Ubuntu para celulares. O motivo é óbvio.
  • Ao tentar instalar o aplicativo do GMail, você é redirecionado para a loja de aplicativos da Apple;
  • Ubuntu para celulares usa a CyanogemMod 10.1 como base, e seus desenvolvedores estão felizes com isso;
  • Nem X nem Wayland, o Ubuntu para celulares usa o SurfaceFlinger do Android;
  • A prévia vem com uma conta demo, e nela você pode ver vários contatos de desenvolvedores da Canonical, além de piadas e outras coisas;
  • Algumas (ou seriam todas?) das informações de contato são reais;
  • Alguns envolvidos no projetos, como Ricardo SalvetiNick Tait e Mika Meskanen, já foram entrevistados pelo blog Ubuntu-BR-SC;
  • Dois envolvidos no projeto já participaram do Papo de Buteco do blog Ubuntu-BR-SC. Um na primeira temporada, quase como participante fixo, e o outro na segunda.

Quando os primeiros aparelhos estarão disponíveis para o público?

O que dez entre dez entusiastas do Ubuntu querem saber, é quando teremos os primeiros aparelhos sendo vendidos ao público e quando teremos a versão final com todos os recursos disponíveis. Segundo Mark Shuttleworth, os primeiros aparelhos começarão a ser vendidos nos primeiros meses de 2014. Ainda não sabemos quais operadoras ou OEMs estão em contato com a empresa, mas a AT&T demonstrou bastante interesse na CES.
Mark Shuttlework e o Ubuntu para celulares
Quanto a versão final, teremos uma build estável com o lançamento do Ubuntu 13.10, em outubro, mas só veremos a versão final do produto com o Ubuntu 14.04. Shuttleworth diz que a próxima versão LTS será apenas um arquivo, mas que será possível fazer a instalação em computadores, celulares, tablets e televisões.
O núcleo do Ubuntu será o mesmo para todos os dispositivos, mas cada um terá sua interface própria. É uma ideia bastante interessante, mas arriscada também. A possibilidade de poder chegar em casa, conectar seu smartphone ou tablet em um dock e ter seu desktop Ubuntu pulando na sua tela é ótima, mas será que estamos preparados para isso? A Motorola tentou algo parecido com oAtrix, mas acabou não dando muito certo.

A adoção dos desenvolvedores

Uma coisa que AndroidiOS e Windows tem em comum, e que atrai tanto a atenção dos seus usuários, são os milhares aplicativos disponíveis para as plataformas. Não são raros os casos de usuários que não migram para outra plataforma, simplesmente porque o aplicativo X não está disponível na plataforma Y.
Microsoft Office
Para algumas pessoas, a falta da suíte de escritório da Microsoft é motivo suficiente para não migrar de plataforma
Canonical sabe da importância dos aplicativos para o mundo móvel e desktop, e está trabalhando duro nisso. O primeiro passo foi o lançamento do SDK oficial para dispositivos móveis, e depois a prévia para desenvolvedores. Essa prévia é perfeita porque desenvolvedores podem ver, com apenas um clique no teclado, como seu aplicativo se comporta em um aparelho rodando o sistema operacional.
O interessante é que qualquer desenvolvedor Android que leva seu trabalho a sério, já desenvolve usando o Ubuntu, por ser a plataforma recomendada. A cereja no topo do bolo é que aplicativos desenvolvidos para a plataforma são universais, e irão rodar no seu computador, celular, tablet e até na sua televisão.
Ubuntu para celulares atraiu a atenção de muita gente, inclusive grandes operadoras norte americanas e algumas OEMs. Se a empresa jogar as cartas certas, ele tem tudo para se tornar um sucesso e ajudar o Ubuntu nos desktops a crescer também. Não será fácil, mas é algo possível.
Fonte e Créditos: aquiUbuntu-BR-SC

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Lançado NetBeans 7.3, que busca contribuir com desenvolvimento centrado na web

A Oracle lançou a versão 7.3 do seu IDE de código aberto NetBeans, o que é usado principalmente em desenvolvimento Java, mas também funciona com PHP e C/C++. As características da nova versão de atendem predominantemente as necessidades de programadores que cada vez mais precisam incluir HTML5, JavaScript e CSS em seu desktop e em aplicações móveis. Como conseqüência, a maioria dos novos recursos afetam o desenvolvimento web e capacidades móveis do IDE. O destaque dessas melhorias é o novo editor JavaScript e o depurador que é baseado no projeto Nashorn. Nashorn é a implementação JavaScript nova para a Máquina Virtual Java (JVM).

NetBeans agora também suporta HTML5 e oferece a Code completion automático para elementos HTML5 (Project Easel). Code completion também está disponível para o jQuery JavaScript framework e para CSS3. Profunda integração com o WebKit e Chrome é também um dos pontos fortes do NetBeans 7.3: previews de HTML no IDE são manipulados por um navegador baseado no WebKit interno, enquanto uma extensão do navegador Chrome permite a depuração de aplicativos da Web no NetBeans. O plugin faz uso do protocolo de depuração do WebKit para permitir isso. O IDE também pode gerar o código JavaScript do cliente para acessar serviços de um servidor com base em Java REST. Esta nova versão também oferece suporte a perfis de aplicações Java em sistemas ARM Linux, incluindo o Raspberry Pi.

NetBeans 7.3 está disponível para download para Windows, Mac OS X e Linux e está licenciado sob a GPLv2 e CDDL v1.0.

Com informações de The H Online.

Fonte e Créditos: aqui

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Cérebro eletrônico emula um bilhão de neurônios



Pesquisadores da Universidade de Manchester, na Inglaterra, estão se preparando para começar a maior simulação já realizada de um verdadeiro "cérebro eletrônico". A equipe do professor Steve Furber pretende simular um cérebro com 1 bilhão de neurônios, utilizando 50.000 microprocessadores simples e baratos.

O processamento equivalente ao que ocorre no neurônio será feito dentro de cada núcleo, enquanto as sinapses serão representadas pelas mensagens trocadas entre os processadores, interligados em uma complexa estrutura toroidal. [Imagem acima: Manchester University]

Diferenças entre cérebros e computadores

Apesar das constantes comparações, cérebros e computadores funcionam segundo princípios muito diferentes. Além da comparação possível, de que os dois são "sistemas de processamento de informações", cérebros e computadores têm muito mais diferenças do que similaridades.

Do ponto de vista de seus circuitos básicos, o cérebro é lento e impreciso, mas também é flexível e capaz de corrigir falhas nas rotas de processamento. Já os computadores são rápidos e precisos, mas também são inflexíveis e incapazes de fazer algo para o qual não foram projetados.

"Os conjuntos de funções em que cada um deles é melhor não têm interseções. Eles parecem ser simplesmente tipos diferentes de sistemas," afirmam Furber e seu colega Steve Temple. "Ainda assim, ao longo da curta história da computação, cientistas e engenheiros têm feito tentativas de fertilização cruzada, inserindo conceitos da neurobiologia na computação a fim de construir máquinas que possam operar de maneira mais parecida com o cérebro," afirmam eles.

Uma das maiores razões para isso é a capacidade de processamento em paralelo do cérebro. Outra é que o nosso "sistema de processamento de informação" biológico parece ser virtualmente à prova de falhas.

Simulação do cérebro

Para tentar imitar o cérebro, os cientistas vão começar tentando imitar os neurônios. A IBM possui um projeto de emulação de neurônios baseado em software, que já permitiu a simulação do cérebro de um gato. Mas os cientistas ingleses planejam implementar o seu cérebro eletrônico biologicamente inspirado por hardware.

Para isso, eles estão usando microprocessadores ARM (Advanced RISC Machine), uma arquitetura lançada nos anos 1980, mas que perdeu a corrida da computação para o padrão x86 da Intel. Apesar do fracasso inicial, contudo, o chip ARM seguiu sua própria carreira, e hoje equipa a maioria dos telefones celulares e outros equipamentos móveis, que exigem um desempenho apenas razoável de processamento, mas que precisam gastar pouca energia.

Esquema do cérebro eletrônico emulado por hardware,
feito com microprocessadores utilizados em telefones
celulares. [Imagem: Manchester University] 


Cérebro eletrônico

Os 50.000 chips já estão encomendados e serão usados para construir o cérebro eletrônico batizado de Spinnaker - Spiking Neural Network Architecture, algo como arquitetura de rede neural por picos de tensão, em referência às sinapses, os "disparos" elétricos que fazem a comunicação entre os neurônios.

Embora tanto os circuitos eletrônicos no interior de um chip e os neurônios no cérebro comuniquem-se por meio de sinais elétricos, os fios de um chip só sabem conduzir a eletricidade, enquanto as conexões cerebrais servem a outras funções. Cada sinapse, por exemplo, tem sua própria importância, ou peso, que varia conforme a rede neural aprende por meio do balanceamento dos diferentes sinais recebidos.

Para atribuir pesos, de forma dinâmica, a cada "sinapse" no interior do chip, os pesquisadores vão utilizar variações na tensão dos sinais que transitarão entre eles - daí a expressão "picos de tensão" no nome da arquitetura dos "neurônios eletrônicos".

Neurônios eletrônicos

Cada processador utilizado tem cerca de 100 Kbytes de memória interna, para lidar com suas próprias sinalizações. Os pesos dinâmicos da rede neural serão controlados por uma outra memória, externa aos chips, com 128 Mbytes.

São 20 núcleos ARM por chip, cada um capaz de modelar 1.000 neurônios. Com 20.000 neurônios por chip, as 50.000 unidades encomendadas a um fabricante de Taiwan serão capazes de simular 1 bilhão de neurônios.

Cérebro eletrônico de robô

O processamento equivalente ao que ocorre no neurônio biológico será feito dentro de cada núcleo, enquanto as sinapses, ou a conectividade dos axônios, serão representadas pelas mensagens trocadas entre os processadores, interligados em uma complexa estrutura toroidal. Cada chip terá seis conexões bidirecionais, o que permitirá a criação de várias topologias de rede sem alteração do hardware.

O primeiro objetivo dos pesquisadores é fazer seu cérebro eletrônico aprender a controlar um braço robótico. No futuro, eles planejam fazê-lo aprender outras tarefas, objetivando o controle de um robô humanoide completo.

Fonte e Créditos: aqui

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Google Chrome 25 disponível e cheio de novidades!


O Go­ogle Ch­rome 25 já está dis­po­nível nas atu­a­li­za­ções do Ubuntu. Ponha o seu Ubuntu a atu­a­lizar e re­ceba esta nova versão de um dos brow­sers mais rá­pidos do mundo.

En­quanto que o Go­ogle Ch­rome 24 foi uma versão acima de tudo para trazer es­ta­bi­li­dade, ou seja as no­vi­dades dele na sua mai­oria cen­traram-se na cor­reção de bugs, o Go­ogle Ch­rome 25 é quase só no­vi­dades (claro que também tem cor­re­ções)!


Ins­tale o Go­ogle Ch­rome!

Antes de apre­sentar as no­vi­dades, você já tem o Go­ogle Ch­rome ins­ta­lado no seu Ubuntu? Não? Ex­pe­ri­mente-o pois ele é muito rá­pido mesmo! Veja como o ins­talar:



No­vi­dades do Go­ogle Ch­rome 25

A maior no­vi­dade desta nova versão é a API para re­co­nhe­ci­mento de voz. Esta nova API em Ja­vas­cript per­mite que os pro­gra­ma­dores possam in­te­grar re­co­nhe­ci­mento de voz nas apli­ca­ções Web. O re­co­nhe­ci­mento de voz é algo que a Go­ogle tem in­ves­tido muito nos seus mó­dulos mó­veis, no­me­a­da­mente no An­droid e agora no Go­ogle Glass. Assim, esta API será o ponto de par­tida para se poder ditar do­cu­mentos e até pos­si­vel­mente con­trolar fun­ci­o­na­li­dades.

Você pode desde já ex­pe­ri­mentar esta API de re­co­nhe­ci­mento de voz através do link se­guinte:



Para além disso, tal como você pôde ver há se­manas atrás, a Go­ogle e a Mo­zilla es­ti­veram a de­sen­volver um pro­to­colo cha­mado We­bRTC para que fosse pos­sível co­mu­nicar na­ti­va­mente através de vídeo e voz sem ser ne­ces­sário usar apli­ca­ções extra que nor­mal­mente têm li­cenças li­mi­ta­dores, no­me­a­da­mente o Flash. Ora, de­pois do Fi­refox 18 ter adi­ci­o­nado este re­curso, eis que o Go­ogle Ch­rome 25 é a pri­meira versão com su­porte ao WebTRC.

As no­vi­dades do Go­ogle Ch­rome 25 não ficam por aqui. De­pois da Go­ogle ter “proi­bido” ins­talar ex­ten­sões fora da “Ch­rome Web Store”, há al­gumas ver­sões an­te­ri­ores, eis que nesta nova versão os uti­li­za­dores fi­carão sem al­gumas ex­ten­sões que te­nham sido ins­ta­ladas sem o con­sen­ti­mento dos uti­li­za­dores.

Esta é sem dú­vida uma nova po­lí­tica im­por­tante para softwares muito usados que nor­mal­mente são ata­cados de vá­rias ma­neiras no­me­a­da­mente de phishing. Com este modo de fun­ci­onar, muitas das pos­si­bi­li­dades de malware ficam desde já li­mi­tadas. Em todo o caso, se por algum mo­tivo um uti­li­zador quiser ter uma ex­tensão não dis­po­ni­bi­li­zada na “Ch­rome Web Store”, ele po­derá fazê-lo através das op­ções do browser.


Uma outra no­vi­dade está na Om­niBox (caixa de texto que você di­gita o url das pá­ginas) que agora co­meça a ter mais al­gumas fun­ci­o­na­li­dades para além das duas prin­ci­pais: es­crita do URL ou pes­quisa no Go­ogle. Agora a Om­nibox guarda as pes­quisas para que seja pos­sível mudar o motor de pes­quisa. Sobre Linux, esta fun­ci­o­na­li­dade não se sabe ao certo como irá fun­ci­onar. Para já o que acon­tece é que po­demos es­co­lher entre pro­curar pelo Google.​com e Google.​PT ou outro do­mínio qual­quer da Go­ogle.

De­fi­ni­ti­va­mente a Go­ogle está a mudar os há­bitos dos uti­li­za­dores. É já bas­tante comum ver que muitos uti­li­za­dores sim­ples­mente es­crevem o nome dos sites que querem vi­sitar, em vez do url desses sites. Ora, para os uti­li­za­dores é bom pois não pre­cisam de de­corar o do­mínio dos sites; para a Go­ogle é também be­né­fico pois os uti­li­za­dores são obri­gados a passar pelo motor de busca que tem pu­bli­ci­dades que po­ten­ci­al­mente darão di­nheiro à Go­ogle.

Talvez nos pró­ximos dias ou na pró­xima versão po­de­remos saber me­lhor como fun­ciona a API para in­serir mo­tores de pes­quisa adi­ci­o­nais ao Om­niBox. O que se sabe é que al existe e pode ser usada pelos pro­gra­ma­dores para cri­arem novas ver­tentes de pes­quisa. Es­pera-se por­tanto que a Mi­cro­soft e ou­tros mo­tores de busca em breve es­tejam pre­sentes no Om­niBox.


Cor­re­ções de bugs

Existe vá­rias cor­re­ções e mo­di­fi­ca­ções neste Go­ogle Ch­rome 25, no­me­a­da­mente novas ver­sões do V8 (ja­vas­cript) e Webkit. De uma forma geral, as cor­re­ções são:

  • Cor­re­ções de es­ta­bi­li­dade e de me­mória
  • Me­lho­rias na gestão e se­gu­rança de ex­ten­sões
  • Me­lhor su­porte de datas para o HTML5
  • Me­lho­rias no tra­ta­mento de erros do WebGL
  • E muitas fun­ci­o­na­li­dades para os pro­gra­ma­dores

Um outro ponto im­por­tante a ser re­fe­rido é que de­pois do Go­ogle Ch­rome 24 ter o MathML in­te­grado, eis que nesta nova versão ele está de­sa­ti­vado por riscos se­veros de bre­chas de se­gu­rança. Por­tanto como ainda não está pronto o su­fi­ci­ente, foi de­sa­ti­vado.

Uma úl­tima in­for­mação nesta no­tícia é o facto de que a Go­ogle pagou, no total, 3500€ a al­guns uti­li­za­dores que des­co­briram al­gumas bre­chas no Go­ogle Ch­rome. Por­tanto, se você en­con­trar algum pro­blema, não he­site em tentar en­viar in­for­mação re­la­tiva a isso e po­derá ga­nhar algum di­nheiro com isso!

Fonte e Créditos: aqui

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