Transformando o Ubuntu ou seu Linux em um servidor multimídia para clientes DLNA

DLNA é uma plataforma ou framework onde dispositivos domésticos podem compartilhar conteúdo digital sem nenhuma complicação. Se você tem um Playstation3, Smartv ou XBox360, esses equipamentos e vários outros dispositivos são compatíveis com DLNA.


Para os usuários do VRlivre 5.10, podem ficar tranquilos pois este recurso já vem instalado e devidamente configurado, sendo assim, basta ter um dos equipamentos compatíveis e desfrutar de mais esse recurso oferecido pela Customização VRlivre, se você se interessou e quer saber o que mais tem no VRlivre acesse aqui http://www.iaesmevr.org/vrlivre2011

Obs.: O DLNA funciona em cima de outro recurso chamado UPnP Network Discovery, assim, antes de prosseguir com esse tutorial tenha certeza de que sua rede e também dispositivos DLNA (PS3, XBox360,Smartv…) tenham o suporte UPnP habilitado. Geralmente, dispositivos DLNA e roteadores já vem com isso habilitado, mas alguns desabilitam por questões relacionadas a segurança.

Vamos instalar as dependências, se no seu caso já esta tudo ok, pode pular essa parte: 

$ sudo apt-get install mencoder ffmpeg mplayer vlc -y && aptitude -f install -y 

Instalando o Java, aqui vai ficar a seu critério escolher o melhor para você, ou seja, instalar o java da Oracle (SUN) ou java OpenJDK:

##### Oracle
$ sudo aptitude remove -y openjdk-6-dbg openjdk-6-demo openjdk-6-doc openjdk-6-jre
$ sudo aptitude purge -y openjdk-6-dbg openjdk-6-demo openjdk-6-doc openjdk-6-jre
$ sudo aptitude install -y sun-java6-bin sun-java6-fonts sun-java6-jre sun-java6-plugin equivs ttf-sazanami-gothic ttf-sazanami-mincho
$ sudo update-alternatives --set java /usr/lib/jvm/java-6-sun/jre/bin/java 

##### OpenJDK
$ sudo aptitude remove -y sun-java6-bin sun-java6-fonts sun-java6-jre sun-java6-jdk
$ sudo aptitude purge -y sun-java6-bin sun-java6-fonts sun-java6-jre sun-java6-jdk
$ sudo aptitude install -y openjdk-6-jre openjdk-6-jre-headless openjdk-6-jre-lib icedtea6-plugin
$ sudo update-alternatives --set java /usr/lib/jvm/java-6-openjdk/jre/bin/java
$ sudo update-alternatives --set javac /usr/lib/jvm/java-6-openjdk/bin/javac

Baixando o servidor DLNA, vá até a página:


 E faça o download da ultima versão do programa ‘PS3 Media Server’, que quando escrevi este tutorial era "pms-generic-linux-unix-1.50.1.tgz":

Obs.: Não se deixe enganar com o nome ‘PS3 Media Server’, esse servidor é um Media Server para qualquer dspositivo DLNA, incluindo PS3, XBox, alguns celulares, televisores, etc…

Obs.: Nos itens abaixo onde aparece a palavra "VERSÃO", você deve substituir pelo número da versão do programa que você baixou, no meu caso seria "1.50.1".

Para descompactar o programa no diretório /usr/share, use o comando a seguir:

$ sudo tar zxvf pms-generic-linux-unix-VERSÃO.tgz -C /usr/share

Esse comando vai extrair os arquivos do programa na pasta "/usr/share/pms-linux-VERSÃO".

Criando um atalho para o programa:

$ sudo gedit /usr/share/applications/Servidor_Multimedia_DLNA.desktop

Com o editor de textos aberto, copie e cole o seguinte conteúdo:

[Desktop Entry]
Name=Servidor Multimídia DLNA
GenericName=Servidor Multimídia DLNA
Comment=Permite Compartilhar conteúdo multimídia para dispositivos DLNA
Exec=gksu /usr/share/pms-linux-VERSÃO/PMS.sh
Icon=avidemux
Terminal=false
MultipleArgs=false
Type=Application
Encoding=UTF-8
Categories=Development;Core;GTK;
StartupNotify=false

Agora basta salvar o arquivo e fechar o editor de textos.

Agora vamos executar o aplicativo pela primeira vez, vá em Aplicativos > Desenvolvimento > Servidor Multimídia DLNA.



Vá até aba [Configuração Geral] e escolha o idioma "Portuguese (Brazilian)" e marque a opção "Iniciar minimizado":


Agora vá até a aba [Navegação/Definições de partilha] e selecione as pastas que deseja compartilhar com dispositivos DLNA (PS3 incluso), vale ressaltar que essas pastas deverão conter conteúdo multimídia, aproveite para habilitar algumas opções que se são auto-explicaveis e melhoram a navegação dos arquivos multimídia para os seus dispositivos DLNA.

Terminando o processo de configuração, clique no botão "Guardar", que é o ícone do disquete, para salvar todos os ajustes que você acabou de realizar.


Na aba [Estado], clique no botão "Reiniciar Servidor", para que as suas configurações sejam ativadas.


Agora vá no seu dispositivo e verifique se consegue encontrar o "Servidor Multimídia DLNA" que acabou de criar, use o menu dele para acessar o conteúdo multimídia, o resto é com você.


Para os "felizes" usuários do XBox360 aconselho fazer uma modificação no arquivo de configuração para rodar arquivos .avi:

$ sudo gedit /usr/share/pms-linux-VERSÃO/renderers/XBOX360.conf

Com o arquivo aberto, localize a linha:

StreamExtensions=wma,asf

Modifique para:

StreamExtensions=wma,asf,avi

Depois disso, salve o arquivo e feche o editor de textos e reinicie o seu servidor.

Os dispositivos que o "Servidor Multimídia DLNA" reconhece estão listados na pasta /usr/share/pms-linux-VERSÃO/renderers/*.conf, cada um destes arquivos  é um arquivo de configuração específico de um dispositivo DLNA.


Sergio Graças - Janeiro de 2012

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Já preparou sua agenda?

E aí, campuseiro? Está com a sua agenda em dia? Lembre-se que, através da sua ficha de usuário, é possível organizar os conteúdos de seu interesse, e até receber avisos quando cada uma delas tiver início!


Para fazer isto é muito simples: basta acessar seu cadastro no nosso site e clicar na opção “Inscrição nas atividades”. O próximo passo é buscar, área por área, os temas nos quais gostaria de participar.

Não vai poder participar da Campus Party Brasil 2012?

Ok, não se desespere ou sofra de ansiedade por uma próxima edição. A Campus Live fará a transmissão dos principais conteúdos do maior acontecimento tecnológico do mundo. É só acessar http://live.campus-party.com.br entre os dias 07/02 e 11/02, datas nas quais as áreas receberão as atividades previstas na agenda.


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Onde é nosso limite...

Veja o que a força de vontade e o dom natural podem fazer pelo ser humano. Uma história fantástica de vida e motivação para todos nós. Pare, pense e siga em frente por maior que possa parecer os seus problemas, sempre vai ter um caminho ou uma solução... enquanto papai do céu nos deixar por aqui... então pare de reclamar e viva!!!


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Nova versão do GNU Debugger

A equipe do GNU Project Debugger anunciou a chegada da versão 7.4 do GNU Debugger (GDB). O depurador em código aberto é a ferramenta padrão de depuração para o sistema de software GNU, e suporte um grande número de linguagens de programação, entre elas Ada, C, C++, Objective-C, Free Pascal, Fortran e Java.


O suporte à scripts Python foi melhorado pelo carregamento automático de comandos e funções de conveniência durante a inicialização do GDB. O acréscimo de um novo comando set python print-stack none|full|message para controlar a exibição dos traços das pilhas (stack traces) agora define o modo padrão de exibição para message, em que apenas mensagens de erro e nenhum traço é exibido na tela. Outras mudanças incluem um novo evento que é ativado quando um arquivo de objeto é carregado, e uma nova classe para recuperar o retorno de uma função.

A operação info macro comando agora podem listar todas as definições de uma macro (-all). Novas opções incluem a habilidade para configurar um prompt estendido (que podem incluir sequências de escape e exibir outras informações). Em termos de suporte de processadores, o GDB 7.4 acrecenta um novo destino para o família de processadores TMS320C6x da Texas Instruments, e inclui um novo simulador para a família do microcontrolador Renesas RL78.

Mais informações podem ser encontradas no anúncio de lançamento publicado na lista de discussão do projeto e uma lista detalhada de todas as mudanças podem ser encontradas no arquivo NEWS. O GDB 7.4 está disponível para download no site do projeto, onde também está disponível uma extensa documentação sobre a ferramenta. O GDB está licenciado sob a GPLv3.

Fonte e Créditos: aqui

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Novo conjunto de ferramentas para ODF

O OpenOffice não é o único projeto de Open Document Format (ODF) que está sendo incubado na Apache Software Foundation. O projeto ODF Toolkit anunciou recentemente seu primeiro lançamento desde que entrou no Apache Incubator em agosto de 2011, batizado de "0.5-incubating".

ODF Toolkit é um conjunto de módulos leves de Java para o processamento de documentos Open Document Format (ODF)/ISO/IEC 26300, o formato padrão usado pelo OpenOffice e LibreOffice, entre outros aplicativos. O conjunto de ferramentas permite que um desenvolvedor integre em seus programas a capacidade de criar, escanear e manipular documentos ODF, mas sem criar as demandas de processamento de aplicativos para escritório. 

Os desenvolvedores afirmam que esses módulos são ideais para uso em servidores, para permitir que aplicativos web importem o formato aberto. Ele inclui ODFDOM, um modelo de documento para examinar documentos ODF, um Simple API de alto nível para manipulação de ODFDOM, um validador de ODF e um XSLT Runner para aplicar folhas de estilo XSLT para documentos ODF.

Antes um projeto da Oracle, ele foi oferecido à Apache Software Foundation juntamente com o OpenOffice. O Incubator permite que projetos operem com a tutoria de membros do Apache para trazer o podling (o nome dado para projetos dentro do Incubator) para os padrões Apache.

A versão 0.5-incubating é a primeira a incluir todos os subprojetos em um único pacote e corrige doze falhas dentro dos projetos. Seus desenvolvedores também destacaram que as APIs ODFDOM DOC foram marcadas como ultrapassadas, e acrescentaram que elas serão substituídas pela Simple API. Uma lista detalhada de mudanças, incluindo correções de falhas, é fornecida no relatório de mudanças. O código-fonte e os binários do ODF Toolkit 0.5-incubating estão disponíveis para download sob a versão 2.0 da licença Apache.

Fonte e Créditos: aqui

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DLNA - Deseja compatibilidade universal entre seus aparelhos eletrônicos?

Já imaginou uma casa totalmente conectada em rede sem fios onde os dispositivos podem compartilhar seus conteúdos digitais facilmente? Agora é uma realidade por meio da DLNA.
DLNA é a sigla para Digital Living Network Alliance, um padrão desenvolvido por um grupo de empresas para tornar possível essa conectividade em rede entre eletrônicos, gadgets e computadores. Ele permite compartilhar arquivos multimídia quase que em tempo real.

Esse novo tipo de aliança para a vida em rede digital faz com que diferentes tipos e marcas de dispositivos possam "conversar" entre si. Video games, televisores, impressoras, DVD players, mp3players, pendrives, aparelhos celulares, home theater e outros, fazem parte da interconexão.

Acessar pastas compartilhadas entre computador e smartphone já não é novidade. Entretanto, o DLNA possibilita esse acesso a partir de aparelhos eletrônicos.

Com isso, você pode, por exemplo, acessar o computador, celular ou camêra a partir da televisão e escolher o filme, os vídeos e fotos que desejar ver; enviar arquivos direto do pendrive para impressora ou para o datashow. Qualquer dispositivo conectado pode localizar as músicas no computador e enviar para o home theater da sala, fazer backup de todos os arquivos num servidor NAS, entre outras multiplicidades de atividades.

Para isso, é preciso ter dispositivos certificados pela DLNA (para modelos antigos, existem adaptadores no mercado) e uma rede doméstica com ou sem fio para troca de informações. Veja aqui um exemplo de como configurar o DLNA.

Símbolo do certificado DLNA.
Modelo de conexão DLNA.

















Uma das empresas pioneiras na utilização dessa tecnologia em seus produtos foi a Sony com o Playstation 3, PSP Go! e a linha de televisores Bravia.
Tipos de produtos com certificado DLNA.
Atualmente, já existem mais de 5.000 aparelhos, de diferentes marcas, certificados com a tecnologia DLNA. Entre elas: Cisco, Motorola, LG, HP, Nokia, Panasonic, Phillips, Intel, Samsung, Toshiba e a própria Microsoft já aderiram à "Vida Digital".
Entretanto, aparelhos com essa nova tecnologia ainda são um tanto inacessíveis financeiramente e ainda estão chegando ao Brasil. Um exemplo é o televisor da Sony Bravia de 46 polegadas de LED com resolução Full HD pelo custo médio de R$ 4199,00.
O DLNA torna desnecessário o uso de pendrive, CD ou de outros dispositivos de armazenamento de dados, bastando disponibilizar os arquivos desejados no servidor para acessá-lo de onde quiser.
Visando aumentar a produtividade, torna-se necessário, portanto, a interação entre diversos aparelhos, fazendo com que a "vida digital" esteja cada vez mais presente em nosso cotidiano.

Para obter mais informações, acesse: dlna.org
Natasha Bezerra
(natashabs@gmail.com.br)
Fonte e Créditos: aqui

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FFmpeg 0.10 "Freedom" released - Update

FFmpeg logotipo
Pouco mais de seis semanas depois, após FFmpeg 0.9 "Harmony" chegou , a FFmpeg equipe de desenvolvimento tem anunciado o lançamento da versão 0.10 de seu código-fonte aberto ferramentas de vídeo codec e bibliotecas. FFmpeg é usado para gravar, converter e transmitir áudio e arquivos de vídeo em vários formatos, e é usado por vários populares projetos open source software, incluindo o VLC Media Player, MPlayer, Perian e outros.

O nome de código "Freedom", a última versão estável inclui vários novos encoders e decodificadores que adicionar suporte para formatos adicionais: XWD, y41p Brooktree Uncompressed, v308 Quicktime Uncompressed e ffwavesynth estão entre os novos formatos suportados. Um novo OpenMG muxer áudio foi adicionado, assim como os filtros de vídeo em miniatura, asplit de áudio, vídeo e áudio tinterlace astreamsync. A nova versão também fecha 15 brechas de segurança, no entanto, detalhes específicos das vulnerabilidades abordadas não são fornecidos.
Uma lista detalhada das alterações e correções pode ser encontrada no log de ​​alterações . FFmpeg 0,10 está disponível para baixar no site do projeto. Como de costume, os desenvolvedores aconselham todos os usuários, distribuidores e integradores de sistema para upgrade, a não ser que use o mestre git atual.
Atualização - Detalhes das falhas de segurança estão agora disponíveis .Serviços de segurança Secunia taxas empresa como a coleção de temas como "altamente crítica" porque alguns incluem a capacidade de potencialmente injetar código malicioso.
Por exemplo, um erro de fronteira no "nsv_read_chunk" função pode ser explorado para causar um fora dos limites escrever usando arquivos especialmente criados. Um problema semelhante existe com o "decode_mb" e pode ser usado para um fora dos limites escrever. No total, 17 erros são listados pela Secunia, com quinze deles creditados Mateusz "j00ru" Jurczyk e Coldwind Gynvael e duas para John Villamil.
Fonte e Créditos em Inglês: aqui

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VLC: Reprodução de discos Blu-Ray no PC

Sabe como fazer seu VLC tocar discos blu-ray encriptados? Veja como.

Você precisa de 2 arquivos: banco de dados de chaves e a biblioteca dinâmica AACS.

Por questões legais, as chaves criptográficas necessárias para a reprodução de certos discos Blu-Ray não são disponibilizadas com o VLC.

Banco de dados de chaves: este arquivo

Windows: coloque em %APPDATA%/aacs/ . Como encontrar onde esta a pasta %appdata%?

Mac OS: coloque em ~/.config/aacs/

Linux: coloque em ~/.config/aacs/


Biblioteca dinâmica AACS 

Windows 32bit: coloque este arquivo na pasta do VLC

Mac OS: clique direito em VLC, escolha "Exibir conteúdo dos pacotes" e coloque este arquivo na pasta Contents/MacOS/lib

Linux 32bit: coloque este arquivo na pasta do VLC (ou na LD_LIBRARY_PATH, normalmente /usr/lib/)

Linux 64bit: coloque este arquivo na pasta do VLC (ou na LD_LIBRARY_PATH, normalmente /usr/lib64/) 

Fonte:

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Como funciona a entrada na Campus Party

entrada na Campus esse ano parece que foi otimizada, muita gente já solicitou a credencial em casa., exceto caravanas. Então penso que a demora vai ser no registro do equipamento(colocar a etiqueta). Espero que esse ano tenham MUITO mais atendentes que possam agilizar o registro. Acho que a pouca quantidade de pessoas é que fazia a fila demorar a andar. Então para credenciamento leve sua identidade e não esqueça de levar também a paciência. =]
Esse ano pelo que observei na  planta do local do evento nós, campuseiros que vão acampar, entraremos direto na Arena. Coisa que não aconteceu ano passado. Eu achei muito estranho isso. Não sei se erraram a planta ou se vai que é isso mesmo por causa do lugar que é diferente. Olhando a planta só tem duas entradas principais, como ano passado. Só que esse ano uma das entradas mudou de local, como falei. Agora entramos na Arena e depois vamos para a área de Camping, fiz um caminho em bolinhas pretas para vocês verem. Se for como em 2011, tem um esquema de segurança e depois que entrarmos na Arena ainda vamos ter que passar por outro filtro para entrar na área de Camping. Eu realmente não sei como vai ser essa logística, mas espero que eles facilitem isso e evitem FILAS. O bom que eu já gostei foi de terem colocado duas entrada/saída para a área de camping, pois ano passado fica uma fila meio chata. Para vocês entenderem o que estou falando, olhem o mapa do ano passado e o mapa deste ano. No mapa deste ano não coloquei onde vai ter segurança ou não porque não sei como vai ser, só coloquei as setas onde indicavam portas.
Em 2011
 

Em 2012

Ônibus: Ano passado tinha um micro bus que passava de 10 em 10 minutos para levar a galera da Campus para um ponto que ficava perto do Metrô X que eu não lembro o nome. Acho que era São Bento. Esse ônibus ficava na entrada/saída da Zona Expo. Era bem legal, com ar condicionado e confortável. Só era pequeno demais, mas era ótimo. Não sei se vai ter esse ano, mas acredito que sim.
Comida: No primeiro dia foi servido jantar para os campuseiros que aderiram ao pacote alimentação. Acho que eles vão fazer o mesmo esse ano. E eu achava a comida muito gostosa.
Bebida: Não é permitido entrar com bebidas alcoólicas. E eu sou a favor. Gente bêbada pode dar confusão. Além do que lá é um ambiente cheio de aparelhos, debates, mesas e não é ambiente para bebida. Mas as pessoas bebiam lá fora, compravam bebidas no supermercado mais próximo e ficavam na calçada. Era bem legal para descontrair.
Show: No primeiro dia tem um show de abertura. Esse ano será a banda Gameboys.
Segurança: Para entrar na Arena, Camping e Zona Expo passamos por um esquema de segurança em que temos que mostrar o crachá, passar o código de barras e mais o código de barras do notebook. Isso é bom porque evita furtos de notebook. Você só sai e entra com identificação sua e do seu notebook. Aparelhos como celular, tablet, câmera digital não são registradas. Então, fique ligado nas suas coisas!
Fonte e Créditos: aqui

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OpenShot Video Editor 1.4.1








Novos recursos e efeitos desembarcaram na última versão do open-source editor de vídeoOpenShot. Novas animações de título, efeitos e predefinições de animação, assim como uma janela de seleção de nova fonte durante a criação do título, comprimento de imagem padrão e correções tema GTK.


Para instalar a última versão no seu Ubuntu, abra o terminal e execute os comandos:

$ sudo add-apt-repository ppa:openshot.developers/ppa
$ sudo apt-get update && sudo apt-get install openshot



Ou... faça o download através deste link.



Após o processo de instalação, pesquise no Dash por "openshot".




Fonte e Créditos: aqui e aqui

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O que é Software Livre - @brasilianas.org

Quer saber o que é Software Livre, neste programa a @brasilianas.org vai mostrar pra você...






Fonte e Créditos: aqui

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Vídeo aulas Audacity







































Todos os Créditos e direitos dos vídeos, devem ser dados a seus criadores

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Vídeo aulas sobre UBUNTU



































































Todos os Créditos e direitos dos vídeos, ao site http://multiterminal.blogspot.com/ e a seus criadores

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Hackers e Crackers: as diferenças



Já os crackers são os verdadeiros invasores de computadores. Aliás, foram eles que assumiram a autoria dessas recentes invasões a sites oficiais brasileiros. Não dá para generalizar, mas o termo "cracker" define programadores maliciosos ou cyberpiratas que utilizam seu conhecimento avançado em informática para uso próprio. Normalmente, suas ações têm sempre um fundo anarquista ou ideológico. "É também muito perigoso afirmar que um é do bem e outro do mal. Isso porque, uma vez que a gente tem conhecimento, não se sabe onde isso vai ser usado", diz.

Hackers e crackers têm muita habilidade com computadores, porém, cada um usa esses seus conhecimentos de formas diferentes. Enquanto os hackers trabalham para melhorar softwares de forma legal e muitas vezes trabalham em grandes multinacionais, os crackers têm como prática a quebra da segurança de um software e usam seu conhecimento de forma ilegal. Ou seja, são vistos como criminosos.

Mas, para praticar esses ataques, esse pessoal precisa de muitos computadores trabalhando ao mesmo tempo. Computadores como o seu. Nossos computadores podem fazer parte de uma rede que promove ataques sem que a gente nem saiba disso. Essas redes são compostas por milhares, às vezes milhões de computadores ao redor do mundo. E, quando muitos computadores tentam acessar uma mesma página ao mesmo tempo, ela não aguenta e cai. Foi esse tipo de ataque que derrubou sites do governo brasileiro. Por isso, é sempre bom ter um antivírus atualizado, que deixa todos esses problemas bem longe do seu computador. "É preciso ter todos os softwares originais nas máquinas para que elas recebam as devidas atualizações. Também é preciso visitar sites confiáveis e tomar cuidado com links encurtados. E o último cuidado é usar um antivírus, de preferência com uma característica pró-ativa para que ele possa identificar esses ataques antes", conclui Camillo.

Tomando esses cuidados você vai aumentar e muito a chance de não ter seu equipamento utilizado em ações criminosas. E, mais do que isso, terá sempre suas informações e dados pessoais protegidos no seu computador.

Fonte e Créditos: aqui

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Como instalar Google Earth 6.2 no Ubuntu 11.10/12.04

Google Earth é um programa multi-plataforma que permite voar virtualmente a qualquer lugar na Terra para ver imagens de satélite de países, cidades, mapas, terrenos, oceanos, edifícios3D, e até mesmo o espaço sideral podem ser vistas a partir deste programa.

Primeira vamos à instalação das dependências, o segundo pacote é para corrigir eventuais problemas de visualização da fonte (tipo de letra ilegível) no Google Earth:

$ sudo apt-get install lsb-core msttcorefonts

Para Ubuntu 32 bits, abra o terminal e execute os comandos:

$ wget -O google-earth-stable_current_i386.deb http://goo.gl/iZT7r
$ sudo dpkg -i google-earth-stable_current_i386.deb

Para Ubuntu 64 bits:

$ wget -O google-earth-stable_current_amd64.deb http://goo.gl/2fXw3
$ sudo dpkg -i google-earth-stable_current_amd64.deb

Encerre a sessão atual do usuário e faça logon novamente. Em seguida é só iniciar o Google Earth apartir do Dash.


Fonte e Créditos: aqui

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